Reflita!
A memória grava nomes, rostos, lugares, quadros, momentos de intensa alegria e de intensa dor, situações, experiências, elogios, reprimendas, sensações e muitas outras coisas que entram para o patrimônio histórico individual por meio dos sentidos.
Sempre existe espaço na memória para mais um registro, seja ele bom ou ruim.
Sempre existe espaço na memória para mais um registro, seja ele bom ou ruim.
A plenitude da lembrança não é a lembrança da primeira bicicleta, não é a lembrança da primeira escola, não é a lembrança da primeira formatura, não é a lembrança do primeiro amor, da primeira barba, do primeiro emprego, do primeiro carro, do primeiro filho ou do primeiro prêmio.
Tampouco não é a lembrança do casamento, da lua de mel, da aquisição da casa própria, das bodas de ouro ou da aposentadoria.
A plenitude da lembrança também não é a lembrança do filho que partiu antes dos pais, não é a lembrança da morte do cônjuge, da desgraça econômica ou da ingratidão humana.
A plenitude da lembrança é a lembrança do pecado sem perdão, a lembrança da incredulidade crônica, a lembrança dos dias aceitáveis que passaram. A plenitude da lembrança é a lembrança da apatia religiosa permanente, a lembrança do não-arrependimento, a lembrança da não-conversão, a lembrança da não-aceitação da dádiva de Deus.
A lembrança maior, a lembrança mais sofrida, a lembrança mais vergonhosa é a lembrança manifestada pelo filho pródigo quando ele diz: “Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura e eu aqui morto de fome” (Lucas 15.17), só que esta lembrança elevada ao infinito.
A plenitude da lembrança é a lembrança daquele que está do outro lado do abismo por escolha própria, por descuido próprio, por incompetência própria, por culpa própria, ardendo em remorso de intensidade insuportável (Lucas 16.23).
A plenitude da lembrança é a lembrança que sai do tempo e entra na eternidade, de onde não se pode nunca mais sair. É a lembrança de fato irreversível e de fato eterna, comumente chamada de inferno.
Para não se correr o risco de passar por este tipo de lembrança, é preciso, hoje, se lembrar do sacrifício de Cristo e se entregar de todo coração a Ele:
A Bíblia diz: (Apocalipse 2.5) "Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas".
Deus te abençoe!
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